IMBA Music: 18 artistas contratados e uma lenda no estúdio
12 de julho de 2026 · #imba #música #creator-economy

Conteúdo
- A indústria é construída contra o artista
- O que a IMBA faz diferente
- Joe Lynn Turner no estúdio
- Os primeiros 18
A indústria é construída contra o artista
As grandes gravadoras ficam com até 95% dos direitos, enquanto milhares de músicos talentosos permanecem na sombra — sem orçamento, sem contatos, sem chance de serem ouvidos. Esse é o problema que a IMBA Music, gravadora e centro de produção da ATOM Group, se propôs a resolver.
O que a IMBA faz diferente
A IMBA encontra artistas ao redor do mundo, os contrata e oferece o que antes só estava ao alcance da elite:
- produção, branding e marketing;
- inserção em playlists e parcerias;
- distribuição global — um único botão, todas as plataformas que importam;
- proteção jurídica e contrato digital assinado em minutos;
- audiência ao vivo através da JGGL, a rede social de AI do ecossistema.
A diferença-chave: o artista mantém 50% dos seus direitos. Do lado da plataforma, fãs e investidores podem apoiar o catálogo de um artista por meio de Digital Cards vinculados a músicas reais — recebendo rendimentos conforme o desempenho das faixas no Spotify e no Apple Music.
Joe Lynn Turner no estúdio
Joe Lynn Turner — a voz do Rainbow e do Deep Purple — entrou no estúdio da IMBA, olhou ao redor, chamou-o de estado da arte e gravou. Depois se sentou para um podcast sobre os rumos da música e o papel da AI nesse futuro.
“Está muito além de onde eu comecei”, disse ele. Esse é o nível em que a gravadora está construindo — não para os escolhidos, mas para todo artista que nunca teve acesso a salas como essa.
Os primeiros 18
A IMBA contratou seus primeiros 18 artistas, cada um selecionado por seu som, sua garra e seu potencial de crescimento, com apresentações sendo publicadas no Instagram da gravadora. O MVP da plataforma está pronto e passa pelos testes finais antes do lançamento público — com a primeira leva de artistas já em processo de integração.